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Qualidade da Informação

Na mundo empresarial as conseqüências são semelhantes. Quanto mais dependente de informação uma empresa se torna, maior deve ser a garantia de uma boa qualidade destas informações. Consequentemente, as empresas devem avaliar as informações que utilizam e as que produzem, periodicamente. Para isso, é necessário o uso de um instrumento de medida.
Por ser subjetivo, o conceito de qualidade é bastante amplo. Consequentemente, a não construção de um modelo formal para a qualidade dentro de uma empresa, pode implicar em erros no processo de medição. Nesta linha, não só a informação, mas todo o contexto informacional deve ser analisado.
Uma das propostas prega que o ambiente empresarial, os objetivos e metas, a estrutura e sua cultura precisam ser analisados. Dessa análise, deduz-se qual a informação necessária e que tipo de sistemas de informação são requeridos. Finalmente, a qualidade pode ser obtida comparando a informação requerida e a disponível e os sistemas de informações requeridos e aqueles desenvolvidos.
Entretanto, na grande maioria das empresas, isto é feito sem levar em conta o seu principal recurso: as pessoas.  Devido a limitação do potencial de captação do Ser Humano, do ponto de vista físico, mental e psicológico, existe um ponto de equilíbrio entre a quantidade de informação recebida e a assimilada.
Metas e mais metas são "colocadas" para as pessoas, que atordoadas com tamanha pressão, chegam a gerar ou classificar informações de forma imprópria.
Tentando diminuir a carga de informações "per capita" dentro das organizações, e com isso aumentar a qualidade, algumas ferramentas computacionais foram criadas. Existem várias linhas de produtos: alguns se destinam a sintetizar informações; outros, com base nas informações coletadas e regras, previamente estabelecidas, geram decisões, como por exemplo, a aprovação de crédito a clientes ou a movimentação de materiais dentro da linha de montagem.
Assim, da mesma forma que a tecnologia aumenta a velocidade e a quantidade de informações, ela mesma torna possível a construção de ferramentas que auxiliam as pessoas a manusear uma quantidade cada vez maior de informações. O difícil, em todo este processo, é encontrar o limite do Ser Humano, o seu ponto de equilíbrio, pois, não existirá qualidade nas informações sem respeitar a qualidade de vida das pessoas.