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Obsolescência Profissional
Infelizmente, as coisas já não são bem assim: nascemos, não podemos mais parar de estudar, não temos mais uma idade para se aposentar e, para aqueles que planejaram nos deixar aos 60, mais surpresas. Na nossa faixa sócio-econômica, a medicina garante 85 anos de vida média, e a cada 10 anos vividos estaremos ganhando mais 5.
Além dos aspectos diretamente ligados a vida pessoal, nossas relação com o mundo profissional também sofreu alterações substanciais. Descobrimos que o conhecimento adquirido nos longos anos de formação profissional, que nos permitiria atingir a tão almejada auto-realização, já não é mais o bastante e suficiente para a obtenção do sucesso nas organizações. As mudanças no ambiente tecnológico, organizacional e comportamental são de tal ordem, que passamos a viver dentro de um ciclo de obsolescência no todo semelhante às maquinas e equipamentos que utilizamos.
Tomemos como exemplo um profissional da área de informática. Seu tempo de vida útil, caso não se atualize, é de cerca de 1 ano e meio. Na própria formação acadêmica ele terá vivido dois ciclos de meio de obsolescência. E na área organizacional? Ainda que o ciclo seja maior, em raras especializações ultrapassam os 10 anos.
O discurso de que precisamos acompanhar as mudanças, aprender a aprender, buscar o auto-desenvolvimento e o auto-aperfeiçoamento já é bem conhecido e se mostra eficaz em muitos caso. Mas precisamos estar atentos a outros problemas que ainda são pouco explorados: como identificar a necessidade de mudar de profissão, antes que ela morra ( as estatísticas norte-americanas nos mostram que 16 profissionais deixam de existir a cada ano..... )? Como identificar, entre tantas, a corrente profissional que nos dará maior sobrevida? Onde encontrar os gurus que nos indicarão o caminho, já que os que nos trouxeram até aqui se encontram tão perdidos quanto nós?
Jack Welch, presidente mundial da GE e eleito o administrador do século, orienta que seus diretores e gerentes-senior se associem a jovens recém-contratados, de futuro promissor, invertendo a conhecida relação entre idade e experiência. E ele deve saber o que está fazendo! Quando vamos começar na nossa empresa?